A alegação do presidente dos Estados Unidos para a intervenção baseou-se no argumento que os norte-coreanos se recusaram a acatar a ordem do Conselho de Segurança da ONU para que suspendessem as hostilidades. Assinalou que, “dadas estas circunstâncias, a ocupaçao de Formosa pelas forças comunistas seria uma ameaça à segurança da zona do Pacífico e às forças dos EUA que cumprem funções legais e necessárias naquela região”.
A batalha se intensificou no dia 3 de julho, quando tropas norte-coreanas invadiram de surpresa a capital do Sul, Seul. Em setembro, as Nações Unidas prepararam uma agressiva ofensiva, representada por um exército de 140 mil homens, para reaver Seul. Cinco dias depois, após cessadas as hostilidades, a frente capitalista liberta Seul e reconquista a costa leste do país. Mantida a soberania sobre o território, no mês seguinte, as Nações Unidas invadem o norte.
A Guerra da Coréia terminou apenas em julho de 1953, com saldo de quase dois milhões de pessoas mortas. Ao fim, manteve-se a península dividida em dois países: o do norte, comunista, e o do sul, capitalista – divisão que perdura até hoje.
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